Análise: Bloom Energy – Promessas de Energia Portátil
Até a semana passada a Bloom Energy era praticamente uma desconhecida startup localizada em Silicon Valey, a região famosa por ser a maternidade das empresas mais inovadoras do mundo.
A Bloom Energy é uma empresa que é inovadora por ser agregadora de inovações. Tecnologicamente, combinou a tecnologia de células de energia, já utilizada à decadas, com um aperfeiçoado gerador de energia, que ao invés de diesel, utiliza uma gama de fontes renováveis. Já ideológicamente, conceptualizou a idéia de tecnologias distribuídas no contexto de energia elétrica.
Pirataria na Somália – Retaliação militar é a melhor estratégia?
Salam Alaykum Muqdisho! [Paz para você Mogadíscio!]
Tenho lido e ouvido comentários tanto na imprensa quanto através de cidadãos americanos, defendendo que o governo americano deveria tomar uma ação puramente baseada no uso da força em resposta à crescente onda de ataques piratas no Golfo de Aden, na região da Somália. Algumas sugestões ouvidas chegaram ao extremo de que os EUA deveriam simplesmente bombardear a Somália e o problema, portanto, seria “totalmente resolvido”.
Concebendo Tecnologias Para o Futuro
O ano de 1945 foi marcado pelo fim da guerra mais sangrenta da humanidade. Para Vannevar Bush, um dos mais importantes cientistas que contribuíram para o desenvolvimento da bomba atômica, o fim da II Guerra, significou o início de uma excitante era de novos caminhos para a ciência.
Segundo Bush, até então, o principal foco da comunidade científica era dominar o controle das ciências materiais. Porém Bush, cujo no passado havia construído um computador analógico para resolver equações diferenciais em 1927 no MIT, acreditava veementemente que havia muito a ser aperfeiçoado no domínio das ciências de informação e era nela que os cientistas deveriam focar seus esforços nas próximas décadas.
Daniel G. Rego é Mestre pela George Washington University, pós-graduado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e graduado pelo Ibmec. Reside em New York e Washington onde é gerente de projetos no Morgan Stanley e executivo da empresa de consultoria Intellectual. Em Washington, ocupou cargos de gerência no FMI (Fundo Monetário Internacional) e na OEA (Organização dos Estados Americanos). É co-fundador da ONG Iniciativa Pública e consultor e palestrante sobre temas relacionados à Negócios e Tecnologia.Read MoreFusões no setor farmacêutico – Melhor ou pior para nós?
Em janeiro foi anunciada a aquisição da farmacêutica americana Wyeth pela Pfizer, uma transação da ordem de US$62 bilhões. A poucos dias atrás a americana Merck anunciou a aquisição da Schering-Plough por US$41.1 bilhões. Nesta manhã, a suiça Roche respondeu à altura com o anúncio da compra da americana Genentech por US$47 bilhões. Motivo apresentado pelas empresas nas aquisições: diminuição de custos e acesso a novas drogas.
A história de mega-fusões bilionárias no setor farmacêutico é comum à décadas. Os exemplos são inúmeros, quando consideradas as maiores empresas do setor. A Astra-Zeneca foi criada através da fusão entre a a sueca Astra e a britânica Zeneca em 1999.
Daniel G. Rego é Mestre pela George Washington University, pós-graduado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e graduado pelo Ibmec. Reside em New York e Washington onde é gerente de projetos no Morgan Stanley e executivo da empresa de consultoria Intellectual. Em Washington, ocupou cargos de gerência no FMI (Fundo Monetário Internacional) e na OEA (Organização dos Estados Americanos). É co-fundador da ONG Iniciativa Pública e consultor e palestrante sobre temas relacionados à Negócios e Tecnologia.Read MoreMetáforas na Interação-Humano-Computador
Assim como em muitos outros campos da ciência, Metáforas representam um importante papel na disciplina de Interação Humano-Computador (IHC). As Metáforas de Interface (interface metaphors) assistem na criação de abstrações que elucidam a compreensão, conceitualização e uso de sistemas de computadores.
Exemplificando, a metáfora de interface mais comumente utilizada é a da área de trabalho de um computador (desktop). Conceitualizada na década de 70 pelo centro de pesquisas XEROX PARC. O desktop de um computador associa o monitor de um computador como se fosse a mesa de uma pessoa, cujos quais os objetos em cima da mesa seriam os documentos e pastas que os organizam. Quando uma pessoa pega um papel (documento) que está sob a mesa e o lê, isto representa, abrir um documento localizado no desktop em uma janela.
Daniel G. Rego é Mestre pela George Washington University, pós-graduado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e graduado pelo Ibmec. Reside em New York e Washington onde é gerente de projetos no Morgan Stanley e executivo da empresa de consultoria Intellectual. Em Washington, ocupou cargos de gerência no FMI (Fundo Monetário Internacional) e na OEA (Organização dos Estados Americanos). É co-fundador da ONG Iniciativa Pública e consultor e palestrante sobre temas relacionados à Negócios e Tecnologia.Read MoreModelos de Usabilidade
O termo Usabilidade possui diversas definições. Pessoalmente, eu defino Usabilidade como: “Desenvolver a maneira mais fácil, que requer menor esforço, mais eficaz e eficiente de fazer um ser humano realizar alguma tarefa em particular.”
Esta definição é teoricamente e desejavelmente aplicável e adequada para virtualmente qualquer produto ou serviço oferecido por empresas de quaisquer ramos de atividades. Sobretudo, devido a relação inseparável dos seres humanos e suas máquinas, usabilidade é particularmente importante nos campos de ciências e psicologia que constituem Design e Interação Humano Computador (IHC).
Daniel G. Rego é Mestre pela George Washington University, pós-graduado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e graduado pelo Ibmec. Reside em New York e Washington onde é gerente de projetos no Morgan Stanley e executivo da empresa de consultoria Intellectual. Em Washington, ocupou cargos de gerência no FMI (Fundo Monetário Internacional) e na OEA (Organização dos Estados Americanos). É co-fundador da ONG Iniciativa Pública e consultor e palestrante sobre temas relacionados à Negócios e Tecnologia.Read MoreO Cachorro Presidencial
Neste momento, uma das maiores discussões que acalentam a mídia internacional e que está mexendo com o imaginário global, é quem deverá ser o próximo cachorro do presidente dos Estados Unidos.
Malia e Natasha não vêem a hora da notícia sair, assim como “todos nós”, de Santiago a Sidney de Estocolmo à Cidade do Cabo. Ao lado da escolha de Rahm Emanuel para chefiar o gabinete de Obama, o debate sobre a raça, nome e cor ganhou as páginas dos principais sites de notícias mundiais nestes últimos dois dias. A grande cobertura que a mídia está dando hoje a estes dois fatos “tão importantes”, me deixou confuso e não consegui ainda determinar qual notícia é a mais relevante para o futuro dos EUA.
Daniel G. Rego é Mestre pela George Washington University, pós-graduado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e graduado pelo Ibmec. Reside em New York e Washington onde é gerente de projetos no Morgan Stanley e executivo da empresa de consultoria Intellectual. Em Washington, ocupou cargos de gerência no FMI (Fundo Monetário Internacional) e na OEA (Organização dos Estados Americanos). É co-fundador da ONG Iniciativa Pública e consultor e palestrante sobre temas relacionados à Negócios e Tecnologia.Read MoreA Psicologia dos Objetos Diários
Donald Norman escreveu seu magnum opus “The Psychology of Everyday Things” há 21 anos atrás. Naquela época, enquanto ele estava publicando uma das obras mais brilhantes da área de Design, que descreve a importância de priorizar os usuários dos produtos ao conceber os produtos, eu era somente uma criancinha, aprendendo, a cada dia, a interagir com todos os tipos de bugigangas.
Bem, duas décadas se passaram e eu me mudei para os EUA, terra de Norman. Com a mudança, fui exposto à novos produtos, conceitos, tecnologias, e com isso, também, à lutas homéricas com diversos tipos de objetos cotidianos. (Destaque para a epopeia que é abrir croissant em lata da marca Pillsbury. Sim, você leu certo, croissant enlatado – figura abaixo).
Daniel G. Rego é Mestre pela George Washington University, pós-graduado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e graduado pelo Ibmec. Reside em New York e Washington onde é gerente de projetos no Morgan Stanley e executivo da empresa de consultoria Intellectual. Em Washington, ocupou cargos de gerência no FMI (Fundo Monetário Internacional) e na OEA (Organização dos Estados Americanos). É co-fundador da ONG Iniciativa Pública e consultor e palestrante sobre temas relacionados à Negócios e Tecnologia.Read MoreO Fim da GM?
Admito que eu exagerei quando afirmei que os prejuízos da GM neste terceiro trimestre poderiam alcançar cerca de US$8 bilhões. Como anunciado nesta manhã, o prejuízo foi de apenas US$4.2 bilhões.
No entanto, fiquei incrédulo com o aparente choque dos analistas, que juravam que a GM se recuperaria e teria um prejuízo consideravelmente inferior ao apresentado.
Para mim, acreditava que seria ainda superior, pelos indicadores vitais básicos da empresa: A produção de carros e vendas da GM vem caído drasticamente nos últimos trimestres. Somente no mês passado, apesar de não entrar nos resultados do terceiro trimestre, as vendas da GM caíram 16%. Fábricas estão sendo fechadas e a cada dia, mais modelos estão sendo tirados das linhas de produção. O departamento de RH da empresa está fervendo: continuamente, vemos notícias de milhares de pessoas sendo demitidas.
Daniel G. Rego é Mestre pela George Washington University, pós-graduado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e graduado pelo Ibmec. Reside em New York e Washington onde é gerente de projetos no Morgan Stanley e executivo da empresa de consultoria Intellectual. Em Washington, ocupou cargos de gerência no FMI (Fundo Monetário Internacional) e na OEA (Organização dos Estados Americanos). É co-fundador da ONG Iniciativa Pública e consultor e palestrante sobre temas relacionados à Negócios e Tecnologia.Read MoreTendências em Data Mining
Provavelmente você já ouviu falar em Data Mining, ou Mineração de Dados. Neste artigo pretendo focar nas tendências futuras que devemos ver à frente em Data Mining, à medida que vemos sua constante adoção e importância em diversas áreas como marketing, pesquisas científicas, economia, ciências e engenharia, dentre outras.
Data Mining pode ser definido, basicamente, como o processo de extração de padrões em dados. Por exemplo, uma ferramenta de Data Mining poderá identificar os clientes que terão a maior probabilidade de responder à determinada campanha de marketing, baseado nas informações que possui sobre os padrões de consumo destes clientes. Em bioinformática, pode ser usado a fim de analisar padrões em dados multivariados para ajudar na criação de medicamentos. Em Genética, Data Mining é usado para fazer simulações em sequências de DNA. Nos EUA, Data mining está sendo utilizado até para combater o terrorismo.
Daniel G. Rego é Mestre pela George Washington University, pós-graduado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e graduado pelo Ibmec. Reside em New York e Washington onde é gerente de projetos no Morgan Stanley e executivo da empresa de consultoria Intellectual. Em Washington, ocupou cargos de gerência no FMI (Fundo Monetário Internacional) e na OEA (Organização dos Estados Americanos). É co-fundador da ONG Iniciativa Pública e consultor e palestrante sobre temas relacionados à Negócios e Tecnologia.Read MoreRelações entre estrutura organizacional e sistemas de recompensa na produtividade e motivação de funcionários em indústrias baseadas em tecnologia.
In 1999 Peter Drucker asserted that “The most important contribution management needs to make in the 21st Century is to increase the productivity of knowledge work and the knowledge worker”. [1] This affirmation is analogous of his conclusion that in the previous century, it was the contribution of management that led to an exponential increase observed in worker’s productivity at that time.
In that epoch, manufacturing was the main force of world’s economy, and advancing productivity meant increasing the worker’s physical ability to produce faster, cheaper and more efficiently, which was achieved through the advancement of new technologies and improved processes underpinned by the progress of the management science.
Daniel G. Rego é Mestre pela George Washington University, pós-graduado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e graduado pelo Ibmec. Reside em New York e Washington onde é gerente de projetos no Morgan Stanley e executivo da empresa de consultoria Intellectual. Em Washington, ocupou cargos de gerência no FMI (Fundo Monetário Internacional) e na OEA (Organização dos Estados Americanos). É co-fundador da ONG Iniciativa Pública e consultor e palestrante sobre temas relacionados à Negócios e Tecnologia.Read MoreNovos caminhos para o Sistema de Inovação Nacional nos EUA
In the past decades the world have changed dramatically and this has brought new challenges in every aspect of our society. As presumable, the pace of those alterations has not changed and the future that is being engendered is arguably still obscure.
Conversely, the ramifications of the financial crisis that initiated in 2008, illustrated the quintessential example of how interconnected the world that we now live is and it opened a breach that may insinuate a path to future strategies and policies to the United States where it should be aware of the implications of this new dynamic of the world.
Daniel G. Rego é Mestre pela George Washington University, pós-graduado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e graduado pelo Ibmec. Reside em New York e Washington onde é gerente de projetos no Morgan Stanley e executivo da empresa de consultoria Intellectual. Em Washington, ocupou cargos de gerência no FMI (Fundo Monetário Internacional) e na OEA (Organização dos Estados Americanos). É co-fundador da ONG Iniciativa Pública e consultor e palestrante sobre temas relacionados à Negócios e Tecnologia.Read MoreCompreendendo o conceito de Curva S de Tecnologia através de sistemas de Rádio Navegação
Rádio navegação é a aplicação de frequências de rádio para determinar a posição geográfica de um objeto na Terra. Assim como é comum em diversas outras tecnologias, rádio navegação foi utilizada pela primeira vez pelos militares durante a Segunda Guerra Mundial e, desde então, sua aplicabilidade e precisão avançaram significativamente.
Daniel G. Rego é Mestre pela George Washington University, pós-graduado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e graduado pelo Ibmec. Reside em New York e Washington onde é gerente de projetos no Morgan Stanley e executivo da empresa de consultoria Intellectual. Em Washington, ocupou cargos de gerência no FMI (Fundo Monetário Internacional) e na OEA (Organização dos Estados Americanos). É co-fundador da ONG Iniciativa Pública e consultor e palestrante sobre temas relacionados à Negócios e Tecnologia.Read MoreO Google está nos deixando estúpidos?
A revista americana The Atlantic deste mês destaca um artigo elaborado pelo controverso escritor americano Nicholas Carr. O artigo, entitulado “O Google está nos deixando burros?” (Is Google Making Us Stupid?), se junta à coleção de polêmicas opiniões escritas por Carr. No passado, ele já havia argumentando que a Tecnologia da Informação (TI) nas empresas não representa uma vantagem estratégica e também, em uma outra oportunidade, já havia tachado de imoral a importância dos blogs, redes sociais e da Wikipedia.
Já neste artigo, Carr novamente cria polêmica ao apresentar indícios de que o uso da internet causa efeitos prejudiciais na capacidade cognitiva humana, diminuindo nossa capacidade de concentração. Ele afirma que a sociedade está se direcionando a uma nova fase evolucionária, marcada pela mudança da maneira que nós lemos, escrevemos e até pensamos. Segundo ele, este fenômeno está acontecendo devido à imensa exposição à informação que foi intensificada com os recentes avanços tecnológicos.
Daniel G. Rego é Mestre pela George Washington University, pós-graduado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) e graduado pelo Ibmec. Reside em New York e Washington onde é gerente de projetos no Morgan Stanley e executivo da empresa de consultoria Intellectual. Em Washington, ocupou cargos de gerência no FMI (Fundo Monetário Internacional) e na OEA (Organização dos Estados Americanos). É co-fundador da ONG Iniciativa Pública e consultor e palestrante sobre temas relacionados à Negócios e Tecnologia.Read More

